Porém, algumas vezes conseguimos encher o copo. Com o amor, que brota do fundo de nós mesmos. Com uma simplicidade divina. E nos sentimos bem. Tão bem, que transbordamos.
O amor transbordou. Ele saiu do copo, mas não pertence mais ao copo. Pertence ao todo. E é uma parte da água do copo.
Imagine vários copos transbordando. A mesa, aonde os copos estão, agora está molhada desse excesso de amor. Cada pouco de água que transborda se junta aos outros poucos de água que transbordaram também...
As vezes, quando menos percebemos, estamos todos ligados pelo amor que transbordou. Ninguém precisa dele para se completar (porque estamos transbordando), mas simplesmente estamos todos imersos num amor imenso, aonde somos tudo e somos um só.
Bem vindos à virtude do amor.
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